Calculadora de Meta de Poupança – Quanto Poupar por Mês

De trás para frente a partir da meta: o depósito mensal exato para alcançá-la.

O valor total que você quer ter no final.
O que você já tem guardado hoje.
Digite 7 para 7% ou 0.07 para 7%.

Fórmulas:

Como funciona o cálculo reverso de poupança

Trabalhando de trás para frente a partir da meta

A maioria das calculadoras de juros compostos funciona para frente: deposite X por mês, termine com Y. O planejamento financeiro real geralmente funciona ao contrário — você conhece a meta (entrada de um imóvel, reserva de emergência, casamento) e o prazo, e o número que falta é o depósito mensal. Esta calculadora inverte algebricamente a fórmula de valor futuro, então a resposta é exata em vez de tentativa e erro.

O que sua poupança atual contribui

Sua poupança atual não é subtraída da meta um por um — ela rende compostos. R$ 10.000 hoje a 7% ao ano por 5 anos crescem sozinhos para cerca de R$ 14.176; no exemplo padrão você só precisa fechar uma lacuna de aproximadamente R$ 85.824 com depósitos novos, não R$ 90.000. É por isso que o depósito mensal necessário é menor do que uma divisão ingênua sugeriria.

Depósitos no fim do mês

A fórmula assume que cada depósito cai no fim do mês (uma anuidade ordinária) — a convenção conservadora. Se você poupares no início de cada mês, divida o resultado por (1 + r): no exemplo abaixo, R$ 1.198,77 passa a R$ 1.191,82.

Por que o caso de juros zero importa

Quando a taxa é 0% (ou você mantém o dinheiro numa conta sem rendimento), o fator de anuidade degenera numa simples contagem de meses e a fórmula vira divisão simples. A calculadora aplica esse limite automaticamente — sem divisão por zero, sem respostas erradas.

Exemplos resolvidos

Exemplo 1: R$ 100.000 em 5 anos com R$ 10.000 guardados a 7%

Digite goal = 100000, currentSavings = 10000, annualRate = 7, years = 5. Resultado: deposite R$ 1.198,77 por mês. Você deposita R$ 81.926 no total; os demais R$ 18.074 da meta vêm de juros.

Exemplo 2: A mesma meta numa conta a 0%

Mesmos dados, mas annualRate = 0. Sem compostos, toda a lacuna é coberta só por depósitos: R$ 1.500,00 por mês ((100.000 − 10.000) / 60). A diferença — cerca de R$ 301 por mês — é o que render 7% vale aqui.

Exemplo 3: Ajustando a meta para 3% de inflação

Se R$ 100.000 está em dinheiro de hoje e a inflação média for 3%, o alvo nominal é 100.000 × 1,035 = R$ 115.927. Digite goal = 115927 com os demais dados inalterados: o depósito necessário sobe para R$ 1.421,25 por mês.

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A Calculadora de Meta de Poupança responde "quanto preciso poupar?". Os desdobramentos naturais:

Perguntas frequentes

E se minha poupança atual já alcança a meta?

O depósito necessário passa a ser R$ 0. Quando o crescimento composto do saldo inicial atinge ou supera a meta dentro do prazo, não são necessários novos depósitos — a calculadora avisa que a meta já está coberta.

Depósitos no início ou no fim do mês?

O resultado assume depósitos no fim do mês (anuidade ordinária). Depositando no início de cada mês, divida por (1 + r) — no exemplo padrão R$ 1.198,77 passa a R$ 1.191,82.

Como considero a inflação?

Multiplique a meta em dinheiro de hoje por (1 + inflação)anos antes de digitá-la. Uma meta de R$ 100.000 com 3% de inflação em 5 anos passa a R$ 115.927, o que eleva o depósito necessário de R$ 1.198,77 para R$ 1.421,25 por mês.

Que taxa de retorno devo assumir?

Combine a taxa com onde o dinheiro vai ficar: a taxa real da poupança ou CDB para metas de curto prazo, um retorno conservador de carteira para prazos acima de cinco anos. Subestimar a taxa aumenta o depósito necessário — o erro de planejamento mais seguro.

Isso é o mesmo que um fundo de amortização?

Sim, conceitualmente. Um fundo de amortização é exatamente isto: um valor-alvo, um prazo e o pagamento periódico que fecha a lacuna. A matemática aqui é a fórmula padrão de fundo de amortização com capitalização mensal.